Ela vai lançar a sua autobiografia, que conta… adivinhem… A vida dela!!! (dãrrrr)
No livro Vera Fischer confessa, entre outras coisas, ser adepta de “maldades” e “perversões” no sexo e ter desejado a morte do próprio pai.
“Um dia - eu já era adolescente -, cursando o clássico à noite, matei aula com um namoradinho. O pai do namoradinho tinha uma Kombi, de modo que nós passeávamos de Kombi. Quando cheguei em casa, meu pai me esperava na porta da loja, com as pernas abertas e mãos na cintura. Saltei da Kombi já sabendo que o fim do mundo estava próximo. Ele me deu um soco na cara que fez a minha peruca voar longe.
Eram os anos 1960 e as perucas estavam na moda. Naquele dia, eu estava com uma peruca Caetano Veloso, ou seja, black power, só que loura. A peruca foi parar no esgoto. Eu subi para o quarto e escrevi no meu diário: Vou matar meu pai. Não precisei fazê-lo. A vida se encarregou disso. Ele morreu de câncer”
É mole ou quer mais? Da ou não da para ter medo de uma mulher assim?

Vera Fischer com a sua famosa “cara de cimento”
Quer mais? Então toma:
“O livro do Marquês (de Sade) excitou todos os meu sentimentos, experimentei uma forte vontade sexual e toda a minha libido veio à tona. Henry Miller provocou o mesmo efeito. Com esses livros, percebi que o sexo para mim estava aliado às maldades, às perversões, às maldições”.
Essas foram algumas passagens da autobiografia da moça, imagina o que ela não deve ter dito sobre seus ensaios para revistas como a Playboy, onde proporcionou aos onanistas uma “Odisseia a Mata Atlântica”, se é que me entendem…
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Jan 19, 2008 at 09:43:00
Belleza Tudesca